Nov 162008
 

Você já deve ter visto esse símbolo e essa mensagem em vários vidros de carros pela cidade.

Certamente, a grande maioria das pessoas ainda não está “preparada” e não foi levada à Pró-Vida por uma força maior. Você já?

Eu não sei se eu estava preparado, o fato é que eu estive lá e achei bem interessante. Por isso mesmo, resolvi lhes contar, resumidamente, como foi a minha visita ao clube de campo dessa instituição, que foi fundada em 1979 pelo médico e filósofo Celso Charuri e mantém suas atividades até hoje.

A Força Maior

Tudo começou há um tempo atrás, quando minha namorada (hoje minha esposa) me convidou para acompanhá-la a uma cerimônia onde a Pró-Vida estaria entregando um freezer para a APAE, entidade onde na época ela prestava serviços e ajudava como voluntária.

Não seria função dela estar lá, mas os responsáveis não puderam viajar até Araçoiaba da Serra para receber a doação e pediram sua ajuda. Ela, por sua vez, solicitou a minha companhia.

Eu nunca tinha ouvido falar de Pró-Vida, mas achei legal, afinal era um passeio diferente, com direito até a comes e bebes! Além do mais, não poderíamos deixar de receber o presente para a APAE.

Ainda hoje me questiono: “Será que era a tal Força Maior estava atuando sobre nós e nos levando até lá?”.

A Doação

O lance da doação é algo realmente muito interessante. Pelo que eu entendi, a Pró-Vida seleciona todos os anos instituições de assistência social para lhes presentear com algo que elas estejam necessitando.

Naquele ano, a APAE que minha esposa ajudava foi uma das contempladas.

Os recursos dessas doações são oriundos da Central Geral do Dízimo, que mais tarde eu viria a descobrir que se trata de uma instituição sem fins lucrativos que possui uma conta onde recebe doações anônimas dos membros (ou não) da Pró-Vida.

Doações anônimas?! Convenhamos, é muito raro encontrar nos dias de hoje alguém que ajude e não queira nem se identificar. Só por isso já vale o interesse. Ponto positivo para eles.

A Chegada

Fomos informados que deveríamos viajar até Araçoiaba da Serra, região próxima a Sorocaba, onde alguém da Pró-Vida nos encontraria no hotel e nos levaria até o clube de campo.

Chegamos no final da tarde de um sábado. A cerimônia de entrega seria à noite e logo após haveria um cocktail.

O fato de não nos mandarem diretamente ao clube, nem fornecerem mapas ou endereço, já me deixou bastante curioso. Uma atmosfera de mistério começava a se formar.

Como combinado, um dos membros do Pró-Vida, que não me recordo o nome, nos encontrou no hotel. Foi muito simpático, mas falava pouco sobre a entidade.

Do hotel fomos de carro para o clube de campo. Era noite e o caminho de terra era um tanto escuro. Parecia que estávamos sendo guiados para uma reunião secreta. Em alguns momentos, confesso que ficamos com um certo receio de continuar. Eu começava a achar que seríamos abduzidos naquele dia. Também, olha o nome do negócio: Pró-Vida, Integração Cósmica.

“Mas quem está na chuva é para se queimar!!!”.

Depois de um certo tempo, finalmente chegamos ao portão de entrada do clube de campo da Pró-Vida. Um muro alto separava suas instalações do mundo exterior. Ao chegarmos, vimos vários carros e a desconfiança começou a diminuir. Parecia que a festa seria bem legal.

A Cerimônia

Fomos devidamente identificados e conduzidos para um auditório, com excelentes acomodações, ar-condicionado, sistema de iluminação e som, enfim, não deixava nada a desejar para qualquer bom teatro por aí a fora.

O evento foi recheado de discursos que falavam sobre a instituição e sua atividade beneficiente, sobre o estilo de vida pregado, onde a família é muito importante e também sobre seu criador, Celso Charuri.

Alguns números musicais também nos foram apresentados, especialmente um coral formado por crianças.

Tudo muito bonito e bem organizado. Eu diria até, “organizado demais”!!! Até as crianças tinham uma disciplina fora dos padrões que vemos por aí.

Finalmente, as doações foram distribuídas e seguimos para o cocktail que seria servido em outro salão.

E por falar em salão, que salão!!!

Grande, bonito e luxuoso. Em meio à decoração, vários símbolos, (como pirâmides, por exemplo) que atribuíam um forte misticismo àquele local. Também dava para notar uma grande preocupação com o meio ambiente e os recursos naturais.

Quando perguntávamos alguma coisa sobre o local e sobre a decoração, as repostas eram sempre vagas.

Mas vale ser dito, todos os membros da Pró-Vida são muito alegres e otimistas (pelo menos, foram nequele momento)! Ao conversar com eles não dá para não ficar confiante e acreditar nos seres humanos.

Almoço de domingo

No domingo, a recepção iria cotinuar. Seria servido um almoço para os representantes das entidades presenteadas.

Em companhia do casal anfitrião, lá fomos nós novamente. Entretanto, era dia e o caminho já não parecia tão obscuro.

Vale ressaltar que o acesso ao clube de campo da Pró-Vida, normalmente só é permitido aos sócios, que são membros e alunos dos cursos. (leia mais).

Cursos?! Peraí, quem falou em cursos?

Pois é, foi assim durante o dia todo. Sempre que queríamos saber um pouco mais sobre a Pró-Vida, logo iniciava-se uma campanha em favor dos cursos ministrados pela instituição. Isso estava me cheirando a propaganda. Segundo seus membros, somente após frequentar as aulas, conseguiríamos desenvolver nossas mentes e entender de fato o que é a Pró-Vida.

De qualquer forma, conhecemos várias pessoas e o almoço estava muito bom.

A Escuridão

Após o almoço, fomos convidados a conhecer o clube.

Detalhe: Fotos, somente nos locais permitidos (que eram poucos!).

Tudo muito bonito, limpo e organizado. O clube tinha vários jardins, além de quiosques, salões de festa, quadras poliesportivas, piscinas, lago, enfim, um lugar muito agradável e com uma grande área de lazer.

As pessoas andavam a pé, de bicicleta e até de cavalo.

A essa altura confesso que eu já estava bem interessado em participar dos cursos e entrar para a Pró-Vida.

O que me chamou a atenção, foi a qualidade e o requinte. Certamente foi necessário investir muito dinheiro naquela estrutura. De onde viria todo esse dinheiro? Dos cursos? Dos títulos dos sócios? Da compra das casas? Quem sabe?

Você pode estar perguntando: casas, que casas? É isso mesmo, se você quiser pode comprar uma casa (espécie de chalé) e viver ou somente passar temporadas no clube. E olha que existe uma comunidade razoavelmente grande no local.

Quando vi aquela comunidade, com todas aquelas pessoas felizes andando e conversando nas portas das casas, além de crianças brincando livremente sem preocupação com assaltos ou trânsito, me lembrei daqueles filmes onde pessoas vivem em sociedades isoladas do resto do mundo, como em ilhas ou locais distantes. :-)

Como a instituição tinha sido fundada por um médico, achei que não encontraria muita religiosidade no clube.

Me enganei. Fomos até um mirante, onde havia até uma pequena capela e imagens de um santo ou santa. Não me lembro exatamente. Aquilo me confundiu.

O dia estava terminando, o sol já se punha e era quase hora de ir embora, quando… a luz se apagou. Seria um sinal?

Pensei: “É agora que o disco voador vai chegar e nos levar”.

Blackout geral. O clube inteiro ficou completamente às escuras. Somente algumas velas e os faróis dos carros iluminavam o local. Em meio àquela escuridão, fomos convidados a esperar em uma das casas.

Ótimo, seria a oportunidade perfeita para eu conhecer o interior daquelas residências (mesmo à luz de velas).

As casas eram bem pequenas. Como falei antes, uma espécie de chalé duplex. Com uma decoração simples, em cima ficavam as camas e na parte de baixo, uma pequena sala de estar, cozinha e banheiro.

As pessoas que nos receberam, contaram um pouco sobre o estilo de vida delas. Sempre preocupados com a saúde, nos falaram sobre a alimentação baseada em vegetais, sobre o fato de fazerem atividades físicas regularmente, não fumar e viver em paz e tranquilidade naquela comunidade.

Mas não são todos que moram lá. Na verdade, a maioria utiliza para passar temporadas.

Tentei descobrir o valor daquelas casas. Ninguém me falou sobre valores exatos, mas tudo indicava que eram bem caras!

Entretanto, de acordo com os moradores, você não estaria comprando apenas as casas, você estaria adquirindo uma vida nova, para você e seus familiares. Se tivesse um contrato naquele momento, eu acho que assinava. (brincadeira…)

E nada da luz voltar. Já estávamos quase ficando para o jantar quando finalmente a luz voltou. Era hora de ir embora.

O Mistério

Gostei tanto do lugar e do modo de vida das pessoas, que nos dias que se seguiram eu tentei me informar a respeito da Pró-Vida e sua filosofia. Quem sabe até fazer alguns dos cursos. Eu ainda não tinha filhos, mas pensava no futuro.

Entretanto, as atividades da Pró-Vida são conduzidas de forma muito discreta. Isso ficou claro para nós durante a visita ao clube de campo. Tanto é que, mesmo passando um dia inteiro lá, quando cheguei em casa tive que pesquisar sobre a instituição para saber mais do que se tratava. E olha que não foi fácil não!

Todos os cursos são pagos (e bem pagos por sinal). Mas você não tem acesso ao conteúdo se não participar. Por sua vez, se não for frequentador dos cursos, nem pensar em clube de campo, vida feliz e saudável e tudo mais que nos foi mostrado.

Todavia, uma vez que você inicia nos cursos, vai avançando e subindo níveis. Essa subida significaria um maior domínio e conhecimento sobre seu corpo, sua mente, e tudo que nos cerca (o Cosmo?!). O problema é você ter que passar por avaliações subjetivas para chegar aos níveis mais avançados. Dizem que nesses níveis o sujeito é capaz de levitar e abandonar o próprio corpo em uma viagem espiritual.

Parei por aí!!! Como diria o meu amigo (olha a intimidade) Silvio Santos: “Eu só acredito… vendo!!!”

Acho que ainda não estou preparado para esse tipo de coisa. O pior é que se você não for aprovado, tem que fazer o curso de novo e pagar novamente. Como assim Bial?!

É isso mesmo, se os avaliadores não quiserem, você não levita nem abandona o seu corpo nunca (pelo menos nesta vida). :-)

Pensando bem, acho melhor deixar como está. Estou bem assim. Talvez eu ainda não esteja “preparado”. Quem sabe um dia?!

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  629 Responses to “Uma visita à Pró-Vida”

  1. Estranhamente pessoas não conseguem trabalhar VOLUNTARIAMENTE, imaginem um grande hospital tipo assim AC CAMARGO- também conhecido como Hospital do Câncer onde o custo de tudo é caríssimo, pois é, lá existem muitos voluntários, quem já ouviu dizer no pessoal que leva o famoso SOPÃO AOS MAIS CARENTES, são pessoas Voluntarias, ou seja, não ganham absolutamente nada, quem já ouviu dizer em coroinhas de igrejas católicas obreiros em igrejas evangélicas, pois é tudo isso é um trabalho voluntario, ninguém ganha nada, ou melhor, a sabedoria diz que é envolvente esse tipo  trabalho, pois estamos dando algo, daquilo que melhor sabemos fazer, ou se não sabemos com tanta intensidade iremos aprender, afinal somos eternos aprendizes. Mas por que um aluno da PV não pode ser VOLUNTARIO interno ou externo, AFINAL FAZER O BEM QUE MAL TEM? 
    Ou, será melhor querer desconhecer o que passa nos Hospitais?
    Quem nunca orou ou rezou por um amigo, ou mesmo desconhecidos?

    Técnica e cientificamente a formula do  trabalho,( T= f.a)  

    SERÁ QUE ESTOU  ERRADO????????????…
    se estiver …por favor me falem pois ai deixarei de fazer meus TRABALHOS VOLUNTÁRIOS.

  2. Rogério. vc é inteligente, mas “fala’ muito e não diz nada..acorde para a vida, desligue a tv…….kkkkk
  3. Dispensado seu elogio Mário.
  4. Pessoal da PV, eu estava lendo os posts aqui e sicenramente acho que não vamos chegar a nada com esta turma. O cara já foi lá na doação, viu tudo, conversou com as pessoas, sabe qua a contabilidade é aberta, sabe que foram feitas até o momento mais de 8638 doações, entre escolas profissionalizantes, hospitais, creches efim, e continua a vilipendiar e ridicularizar os nossos amigos e a PV. Ainda que se fizessem sinais no céu eles justificariam e falariam que somos fanáticos e estamos com o diabo. Fica uma proposição para o pessoal da Pro-Vida: Que tal deixarmos o Sr Rui & Cia com as suas opiniões e não postar mais nada aqui, pois sabemos que a natureza é sábia e sempre acontecerá o Melhor para cada um.
    • Concordo plenamente, esta sendo falado muita coisa ai que não é verdade.
      Vamos respeitar quando não se conhece não se emite opinião ok?
  5. acabou tudo?????
    Cade José?
    hummm
  6. Como vai a sua mente?
    O Homem, não o homem com “h” minúsculo, mas o HOMEM verdadeiro, aquele que possui FIDELIDADE ao PRINCÍPIO, é como sabemos um ser RACIONAL.
    Racionalizar é a faculdade, possível nos princípios dimensionais do nosso plano, dada apenas ao homem, e não aos demais animais.
    Como você está usando a sua MENTE? Você está RACIONALIZANDO ou continuará apenas na vulga alucinação do “SENTIR”?
    Todo aquele que possui a faculdade de ser um ser racional, portanto O HOMEM, deve RACIONALIZAR. Todo ser que não possui a faculdade de ser um ser racional, é um ser IRRACIONAL.
    E VOCÊ? É UM SER RACIONAL OU IRRACIONAL? Continuará na ILUSÃO DO SENTIR ou buscará a VERDADE, aquela que com coragem lhe levará à JUSTIÇA, LIBERDADE E, FINALMENTE À PAZ?
    Racionalizem! Não esperem nem por mais um único segundo sequer: RACIONALIZEM! O “sentir” é para outro plano dimensional, onde a matéria é muito mais sutíl e etéria, portanto VIVA sua vida, SENDO GRANDE, baseada na RACIONALIZAÇÃO. RACIO+AÇÃO. AGORA.
    Dr. Cerso Charuto Zóinho – Dezembro de 1980
  7. PROVIDA: “A arte de dizer um montão de coisas sem dizer porcaria nenhuma”.
  8. BOM DIA A TODOS. ESTOU SENTINDO FALTA DO JOSÉ. POR QUE SUMIU? NAO MORREU DE INFARTO NAO É? RSRSRS … VAI JOSE VOLTE EM ALTO ESTILO, CONTE-NOS SOBRE A PALAVRA PERDIDA. OU REVELE OUTRO ENSINAMENTO DOS CURSOS AVANCADOS, TUDO BEM Q PERDERÁ A GRACA, MAS FAZER O Q ? RSRSRS …
  9. Fiquem brincando. Um já infartou na madrugada….
  10. um mês e nada,…
  11. Ainda estamos aqui de plantão // vigiando e vigiando
  12. Compreendendo…
  13. José???? Ja foi a quarentena???? Aonde estas professor!!!

    Acho que eu e os demais que se sentiram enganados, ou intrigados por tal seita estamos todos anciosos que volte….

    Aguardamos o seu retorno para finalizar este tópico…

  14. nossa……….quanta bobagem que falam da pro vida, meu Deus!!! Como as pessoas são fúteis em julgar aquilo que não conhecem, a maioria nunca frequentou o curso e critica. Que horror!!! Meu Deus estas mesmas pessoas choram, gritam,  agridem com palavras ou fisicamente, as vezes até matam qdo o time perde. O TIME…… ACREDITA NISSO, JOGADORES QUE GANHAM HORRORES ENQUANTO TEM PESSOAS MORRENDO DE FOME. Será que estas pessoas ASSISTEM O BBB, AH COM CERTEZA, É BEM TÍPICO DELAS!!!
    Sou católica, praticante e fiz a pro vida, achei uma forma muito linda de experimentar DEUS E SENTIR O QUANTO ELE NOS AMA E QUER QUE TB AJUDEMOS NOSSOS IRMÃOS A SENTIR O QTO SÃO AMADOS E RESPEITADOS POR DEUS, APESAR DE MUITOS NÃO MERECEM TAMANHO AMOR…..

    VALDETE

  15. Entrei nesse site por acaso?
    Nada é por acaso e já que estou nele, peço a todos os integrantes do Movimento da Provida, ou simpatizantes, que não continuem com o debate.Não vale a pena. Parece que o nível não é próprio de um bom exemplo para ninguém.O Movimento não tem interesse algum em convencer alguém de alguma coisa, o Sr. Rui que criou esse ambiente.Quem de fato está integrado no movimento, já deveria ter incorporado a conduta ideal diante desse nível de ambiente, ou seja, dêem espaço aos críticos que assim estarão realizados. Afastem-se. É
    minha 1ª e única participação .
  16. vixi,..sem palavras…a valdete e o delfino me convenceram,,,e eu sei o que sinto, haja vista que estou no av2 T…..corroboro com tudo
  17. Sabemos que não somos deuses; no máximo, quando evoluídos, podemos ser filhos de deus.

    Por isso tudo, respeitamos até a mais humilde criatura de todos os reinos e, dado esse respeito, que advém da compreensão do todo, respeitamos a vida em todos os seus aspectos e em todas as suas manifestações.

    As nossas reações seguem os padrões de nossos princípios, e por isso não agredimos os que nos contrariam: simplesmente retiramo-nos e deixamos espaço para aqueles que ainda dele necessitam.

    abraços

  18. perfeito guardiao…mais um se despedindo desse blog…abraços a todos
  19. Justo e perfeito Guardião… O amigo lembra o amigo dos princípios e de suas obrigações. Aqui, também se despedindo desse blog. Abraços a todos…
  20. Li rapidamente o começo da discussão, onde reclamavam que o PV é pago.
    Saibam que existem diversas instituições similares, fundadas por ex integrantes do PV, inclusive alunos da época do Dr. Celso, que ensinam a mesma metodologia, e de graça.
    Alguns exemplos são o Essânia em SBC/SP, o Eli-Ipsa no Ipiranga/SC, o Núcleo na Saúde/SP, entre outros.
    Nesses lugares, os cursos são gratuítos, assim como as contribuições são anônimas. Você pega um boleto em branco e vc mesmo coloca o valor que quer pagar, seja dez ou mil reais.
    Fiz os 3 primeiros cursos (gratuitos) e não vi seita, nem religião, nem nada de anormal. Apenas presenciei pessoas preparadas e que volutariamente se juntam para debater assuntos com quem os tem em comum.
    Se os assuntos são verdadeiros ou falsos, se são verdades ou fraudes, quem é o Juiz disso? Quem sabe a verdade suprema e pode julgar algo?
    Se você não concorda com alguma coisa, apenas deixe de acompanhá-la. Não critique o que não entende e muito menos o que não tem entendimento
  21. nada ???
  22. A Pro Vida é uma instituição magnifica, cujos membros são pessoas honestas que vivem baseados em Principios ´´etico-morais´´ que tratam de seguir sem quebranta-los.

    Eles conseguiram um convivel invejavel e dificil de vivenciar no mundo la de fora da Pro Vida… e quem sabe, esse não seria o único inconveniente para eles mesmos, ao ter criado uma ´´quasi seita.´´

    De qualquer forma, e contestando ao Rui Nelson, que teve a honra de participar, sentir e conhecer alguns membros Pro Vida, a ´´força maior´´ chamou ele…porem a falta de coragem e o medo de participar na Pro Vida foi ainda maior que a Força…….

    Parabens Pro Vida: vocês conseguiram, e e bom que não esteja aberta para todo o mundo.
    Há que merecer ser e estar ali…!

    Alfredo

  23. Para o guardião, tenho a falar, que seus comentarios não faz o bem para a Pro Vida…da a impressão de serem sobervios demais, e me desculpa a observação, qem sabe forte demais.
    Lá dentro da Pro Vida, tem muita gente boa mesmo.
  24. Rui Nelson, que teve a honra de participar, sentir e conhecer alguns membros Pro Vida, a ´´força maior´´ chamou ele…porem a falta de coragem e o medo de participar na Pro Vida foi ainda maior que a Força…….

    agora o Rui nelson vai infartar na madrugada como o falecido zé infartou,,,rsrsrsr

    è complicado, se não seguir a seita, infarta mesmo. morri….

  25. Estou me retirando definivamente, e deixo aos acusadores que nãom entenderam a mensagem do dr. Celso, as palavras de Jesus Cristo.

    “Não dêem aos cães o que é santo, nem atirem pérolas aos porcos”?

    Obrigado

  26. Que coisa tola dizer que este blog ou a discussão que nele se travou possui caráter de “acusasões”. Lamento mas quem assim entendeu não entendeu sequer o propósito externado nas linhas preambulares postadas cuidadosamente pelo nosso amigo Rui. Aliás, observamos que os “acusadores” (rsrsrs) sumiram, quem sabe quiseram dar espaço para os membros da PV dizerem (sem cumprir o prometido), que iriam se retirar do debate e a curiosidade foi maior ainda e até agora seguem o blog. Pois bem, para os – perdoem-me a crueza – mas, para os “retardatários” este blog foi para tentar desmistificar a seita ou quase seita PV. Só para que fique bem posicionado um ponto elementar da discussão, vejam que o “fanatismo” se torna tão forte para quem dá sequëncia aos cursos ditos “mais avançados”, que continuam dando uma bisbilhotadinha aqui para saber qual a última postagem e tecerem elogios sem fim. Ora, o intuito foi (repito) desmistificar os tão misteriosos cursos da PV, que nada mais é que uma auto ajuda aos necessitados. Aliás Rui, sei pq vc não deu sequëncia aos estudos da PV, não é pq vc não “sentiu” (báhhh !!!!) sentir, filosofia barata, na verdade vc sentiu além, vc ENXERGOU, como eu, e ainda nos cursos iniciaticos teve condições de cair fora, antes mesmo da “lavagem cerebral”, pena que o José enfartou e não pode nos dar o testemunho de quanto é complicado ACORDAR para a realidade. Bom, como os providianos se retiraram, quem dará mais um depoimento, vamos José, reapareça das cinzas e nos diga sobre a “palavra perdida” assim já perde a graça de vez.
    • Vanessa,

      Só um detalhe, eu nunca fiz um curso da Pró-Vida! Ok? Na verdade, “uma força maior” me levou até lá apenas para receber uma doação da entidade.
      Por favor leia novamente o artigo. Abraço.

  27. Por dentro do Pró-Vida
    deldebbio| 11 de maio de 2010
    (publicado em Marie Claire nº 68, novembro de 1996)
    Poucas vezes o segredo funcionou tão bem como a alma de um negócio. O Pró-Vida cerca sua atuação de mistério. Apresenta-se como uma escola filosófica de desenvolvimento mental, mas não divulga métodos e conteúdo dos cursos. Quem quiser saber mais deve literalmente pagar para ver. Ou melhor, ingressar no quadro de alunos. É o que constato no primeiro telefonema, após receber de Marie Claire a missão de desvendar os bastidores desse enigmático grupo. Quando começo a frequentar o curso Básico, descubro que não se trata apenas de uma escola filosófica às voltas com as velhas interrogações do espírito humano – quem somos, por que vivemos, para onde iremos. Em muitos pontos, as aulas se assemelham aos cultos da Igreja Universal do Reino de Deus e afins. De maneira mais sutil, o Pró-Vida também envolve, incute idéias, desperta culpas, cobra dízimos. Não falta nem mesmo a revelação da existência de um paraíso na Terra.

    Alguma vez na vida você ouviu falar que “um mundo melhor” existe aqui e agora? Para desfrutá-lo, basta entrar para o Pró-Vida e conviver com os “irmãos” do grupo. E não são poucos os que fazem essa opção. Chegam a abandonar outras atividades para marcar presença constante nos cursos, prestar trabalho voluntário e integrar definitivamente o rebanho de eleitos. A comparação é quase inevitável: o Pró-Vida atua como uma versão mais elaborada da igreja do bispo Edir Macedo. Dirige-se à classe média alta e, portanto, utiliza meios mais complexos de persuasão. O discurso dos monitores é articulado. No lugar de trechos bíblicos, supostas referências científicas. De Einstein a Freud e Jung, proliferam citações que procuram emprestar credibilidade aos ensinamentos.
    Antes de descobrir esses e outros detalhes, tive de passar por uma entrevista para ser aceita no seleto rebanho. Durante a conversa não revelei, claro, minhas intenções jornalísticas. Criei uma pequena mentira. Disse ser uma publicitária em busca de sucesso profissional. Admito que estava um pouco amedrontada. Se soubessem ler pensamentos, como de fato sugerem, descobririam a farsa. Mas a história convenceu e fui aprovada com a garantia de que, ao final do curso, teria mudanças radicais na minha vida. Que tipo de mudanças? “Você verá os resultados”, desconversou uma educada monitora na faixa dos 50 anos.
    A manutenção do suspense tem finalidade. O Pró-Vida funciona como um grupo “iniciático”, segundo a classificação do antropólogo José Guilherme Magnani, professor da Universidade de São Paulo. “É a mesma estrutura de sociedades como a maçonaria e a rosa-cruz”, ele compara. “Nessas organizações, há sempre um segredo mantido pela lealdade dos adeptos. É preciso passar por etapas para ter acesso a certas dimensões do grupo”. Quer dizer, para conhecer o referido “segredo”, é necessário prosseguir na iniciação – o que no Pró-Vida significa pagar mais e mais cursos. Como a meta é conquistar adeptos selecionados, de preferência os financeiramente saudáveis, a propaganda é dirigida. O Pró-Vida mantém uma página na Internet e promove divulgação boca-a-boca – alunos de cursos avançados levam parentes, amigos e conhecidos. Outra ferramenta publicitária é um adesivo para ser colado no vidro do carro. O anúncio traz uma frase que confirma o teor enigmático utilizado pelo grupo: “Se você já estiver preparado, uma força maior o levará ao Pró-Vida”. Quem ler – e não conseguir segurar a curiosidade – irá telefonar.
    Logo no primeiro dia, percebo que o marketing do mistério funciona. Cerca de 60 pessoas desembolsaram R$ 350,00 para “aprender a utilizar melhor o cérebro”. A procura é tamanha que a organização promove de dois a quatro cursos iguais a este por mês – não só em São Paulo, mas também em várias cidades do país e em Buenos Aires, na Argentina. Faço uma conta rápida, considerando a presença mínima de 50 alunos em cada um deles, e constato que o Pró-Vida deve faturar pelo menos de R$ 35 mil a R$ 70 mil reais por mês só com essa fonte. E os cursos não são a única forma de ganhar dinheiro. O clube de Campo, situado em Araiçoiaba da Serra, no interior de São Paulo, é outro negócio bastante rentável.
    É PROIBIDO ANOTAR
    Uma nova sede do Pró-Vida em São Paulo está funcionando desde agosto. Erguido nas imediações da Marginal Pinheiros, o prédio ostenta uma vistosa pirâmide em sua fachada e abriga os cursos ministrados na capital paulista. Substituiu outras duas sedes, situadas nos bairros de Moema e Vila Olímpia. Fiz o Básico na casa da Alameda dos Nhambiquaras, em Moema, pouco tempo antes da inauguração do prédio da Marginal. No primeiro dia, uma segunda-feira, chego 30 minutos antes do horário estipulado. A aula estava marcada para começas às 20h30. Procuro um lugar vago entre as cadeiras enfileiradas, que acomodam homens e mulheres com idades e profissões variadas. Há médicos, engenheiros, professores, estudantes, publicitários, empresários, donas de casa. E também crianças e adolescentes (maiores de 9 anos podem frequentar o curso).
    Enquanto espero, converso com uma colega. Ela namora um “avançado” do Pró-Vida e está lá por insistência dele. Tem 24 anos e é muito falante. A aula começa com atraso – o que se repete todos os dias. A monitora fala longamente sobre as agruras do mundo moderno, as guerras, as doenças, as drogas. Fico olhando os rostos atentos e percebo que três alunos avançados estão sentados em posição estratégica para assistir a platéia. Sinto-me vigiada. Tento decifrar o que estariam observando. Nessa primeira aula, a monitora garante que aquela semana mudará a nossa vida e promete algo do tipo: satisfação garantida ou seu dinheiro de volta”.
    Durante a minha maratona de “desenvolvimento mental”, ouvi ensinamentos sobre o funcionamento do cérebro, sono, poderes das pirâmides, energia, aura e fenômenos de levitação e materialização. Participei de sessões de relaxamento e pratiquei exercícios comandados pela monitora. Mas, nesses tempos de farta literatura esotérica, cursos de auto-ajuda aos borbotões e familiaridade com anjos, achei que nada poderia ser visto como novidade.
    O entusiasmo dos meus colegas, no entanto, confirmou não ser essa a opinião da maioria. Boa parte parecia estarrecida. Mas será o conteúdo que conquista os alunos ou a forma como ele é transmitido? Para se ter uma idéia, somos instruídos a “sentir” o que está sendo falado. Não temos autorização de fazer qualquer anotação. O professor do Departamento de Psicologia Social da Universidade de São Paulo, Esdras Guerreiro Vasconcellos, explica por que esse detalhe é tão importante, “O ensinamento da primeira noite é internalizado no nível da consciência, mas uma parte se perde. Na noite seguinte, outra leva de conhecimentos é internalizada da mesma forma e só uma parte fica – e assim sucessivamente”, afirma. Como nossa memória possui capacidade limitada, segundo o professor, a internalização torna-se um processo inconsciente. Com um agravante: o curso compacto não oferece tempo para elaborar o aprendizado. Conclusão: “A pessoa guarda essencialmente aquilo que tem valor emocional”. Em conversas durante os intervalos, percebo que muitos chegam ao Pró-Vida em busca do genérico “algo mais”. Ou estão embalados por crises conjugais, dificuldades profissionais, estresse acumulado.
    A aula de terça-feira trata do sono e sonhos. Freud e Jung, os mais badalados estudiosos do tema, não são esquecidos. O bê-a-bá das teorias de ambos faz parte do menu de ensinamentos do dia. Depois, aprendemos a programar nosso cérebro para acordar no horário desejado, lembrar dos sonhos ou ter um sono revitalizante. Basta, antes de adormecer, em estado de relaxamento, emitir uma ordem objetiva para ele. Assim, se eu ordenar que “quero acordar às 7 horas”, despertarei. Se só possuo quatro horas disponíveis para dormir, devo apenas dizer com firmeza a meu cérebro que acordarei disposta e descansada. E ponto final.
    CONTRABANDO DE EISNTEIN
    A aula de quarta-feira é anunciada como especial e ansiosamente aguardada por todos. No encerramento da noite anterior, somos avisados de que teremos um grande dia. Receberemos um ensinamento, cunhado de “chave de prata”, que nos ajudará a abrir portas da felicidade. Durante a explicação, descobrimos que a “chave” em questão leva o nome pomposo de “Verdade Suprema e Absoluta ao nível da Consciência Humana”. Mas rapidamente verifico que o resumo da ópera é menos sofisticado e equivale à difundida idéia de que a energia do pensamento tem poderosa força. Todos são instruiídos a fazer “tela mental” para o que quiserem. Em outras palavras, quem almeja um carro novo precisa, em primeiro lugar, determinar marca, cor e detalhes. Depois, imaginar-se desfrutando da supermáquina, no velho estilo Lair Ribeiro. Se conseguir “eliminar conflitos” – do tipo “será que mereço?”-, vai obter o que pretende. Para convencer sobre a veracidade dessa sabedoria, a aula inclui exemplos de pessoas que alcançaram o desejado. Até mesmo a equação de Einstein – E=mc2 – entra na dança, numa tentativa de provar que a energia do pensamento é capaz de materializar desejos.
    Naquele momento, suspeito que a teoria de Einstein foi retirada de seu contexto. O professor do Instituto de Física da USP Luiz Carlos de Menezes confirma minhas suspeitas. “É uma interpretação rastaqüera da ciência”, critica o físico. Ele explica que é possível transformar matéria em energia e vice-versa, desde que sejam observadas “determinadas leis de conservação”. E conclui: “Não desprezo outras formas de conhecimento que não sejam a dos cientistas. Mas tenho grande desconfiança desse contrabando de conceitos Você pode usar a fórmula de Einstein até para vender pasta de dentes”.
    A noite da grande apoteose é marcada para sexta-feira. Teremos demonstrações de cura. Alunos avançados promovem uma sessão rápida de imposição de mãos. No melhor estilo Doril, a dor de cabeça de um colega simplesmente sumiu. Outro garante que se livrou do incômodo no estômago e uma terceira sente a inflamação na garganta aliviada. Lembro novamente dos cultos da Universal com suas curas, mas o pior ainda está por vir. Chegou a hora e a vez de despertar culpas e induzir todos a fazerem uma auto-avaliação. “Classifique-se”, ordena a monitora. Ela sugere que cada um faça uma auto-avaliação do seu estágio de evolução. A “evolução” pregada pelo Pró-Vida, a grosso modo, significa migrar do reino “mineral”, formado pelas pessoas menos evoluídas, passar pelo intermediário mundo “vegetal” e atingir o grupo dos “animais superiores”. Esses últimos, segundo eles, são aqueles que praticam “a ajuda verdadeira” e tratam os outros como “irmãos”.
    Os últimos momentos da aula reservam mais surpresas. Faremos um exercício para sentir a chamada “harmonia universal”. Estamos relaxados quando a monitora começa a ler um texto escrito pelo fundador do Pró-Vida, o médico Celso Charuri. O texto descreve o ser evoluído como aquele que “conhece-se a si mesmo, tal qual é, e conhece a Deus”. Enquanto isso, uma fita mal gravada, com chiados de fundo, embala a catarse com a versão instrumental do tema da Disneylândia – “Para ser feliz é preciso ver / Este céu azul na imensidão… / Há um mundo bem melhor” etc. Muitos não seguram as lágrimas.
    O sábado promove mais catarse. A monitora nos conduz a um castelo imaginário, onde encontraremos o chamado “guardião”ou o “eu maior”. Cada um pode enxergar a imagem que bem quiser. Durante o “encontro”, alguns choram e posso ouvir os soluços. No final, todos os alunos contam o que viram. O campeão absoluto das citações é Jesus Cristo. houve até quem mantivesse contatos imediatos com “um monge”, “um oriental” ou “um hindu”. Da minha parte, confesso que não vi nada.
    Na manhã de domingo, estou esgotada. Na reta final da maratona, somos orientados a praticar tudo o que aprendemos nas aulas. Fazemos exercícios “parapsicológicos”em duplas. Imaginem, por exemplo, que meu companheiro fará minha mão levitar. Depois, eu repetirei a dose com a mão dele. Na hora, abro discretamente um dos olhos para conferir se meu colega já eliminou a força gravitacional. Vejo que sim e vou suspendendo vagarosamente minha mão para que ele se sinta feliz e satisfeito.
    O destaque da manhã é a sessão de clarividência. Funciona mais ou menos assim: uma das partes da dupla entra em alfa (pratica o relaxamento) e a outra cochicha o nome de alguém de seu rol de amigos, acompanhado de idade e endereço. Quem ouviu não conhece a pessoa, mas deve visitá-la mentalmente e descrevê-la – e, quem sabe, falar algo sobre sua personalidade. Torci para que, pelo menos isso, desse certo. Tive uma clarividência? Claro que não. Quase todos, entretanto, garantem que obtiveram êxito. E quem errou a descrição contou com o apoio do companheiro e da monitora para arriscar uma adaptação convincente do que “viu”. Exemplo: se a “clarividente” enxergou uma morena, e ela é loira, chutavam: mas será que ela não pintou o cabelo? Pior: mas será que não pensa em mudar a cor? E assim por diante. Cada um relata sua história, os outros batem palmas e dão nota dez.
    Um mês mais tarde, tenho a oportunidade de repetir o Básico. Os interessados em prosseguir na “iniciação” necessitam cumprir esse procedimento. Precisam assistir de novo às sete aulas e registrar oficialmente a presença. Desta vez, contabilizo mais de cem novatos, além de cerca de 200 “repetentes”. Desde o primeiro momento, percebo que o discurso é igualzinho. Mudou o monitor, mas as aulas continuam as mesmas. Como no primeiro Básico, muitas perguntas ficam sem resposta porque são assunto de cursos mais avançados. Um colega pergunta por que a pirâmide azul é mais indicada para auxiliar curas. A resposta: “Isso você vai saber no Avançado 1?. Nem todos, porém, chegarão lá. no terceiro dia de repetição, constato a desistência da jovem publicitária, que foi minha colega na primeira vez e era uma das mais entusiasmadas. Ao mesmo tempo, outro colega, um empresário de 33 anos, confidencia que não tem certeza se prosseguirá. Passou a fase da empolgação. Um dia, até brincou comigo que estava se sentindo “na igreja do Edir Macedo”.
    DÍZIMOS PARA TREINAR O CÉREBRO
    Aqueles que resistem à provoção de assistir a todas as aulas novamente – e permanecem entusiasmados – estão fisgados e prontos para se matricular no Avançado 1. E, aí, o céu pode não ser o limite. “Desde o Básico, o aluno vai sendo envolvido aula após aula. Colocam em sua cabeça que harmonia e amigos só se encontram ali. Você acaba se convencendo de que é mais do que os outros”, explica a ex-integrante Elza Aparecida de Castro. Conforme informações de ex-adeptos do grupo, depois do Avançado 1, vem o curso Introdução. Ambos custam igualmente R$ 350 e são seguidos dos Avançados 2 ao 7. Para ser promovido, é preciso passar por uma espécie de comissão julgadora, que escolhe os “eleitos”. Por isso, muitos adeptos permanecem anos no mesmo curso e não são autorizados a seguir adiante. Os que atingem os três últimos níveis são identificados por um crachá com o símbolo ” 4/ ” , que significa “avançados quatro e meio”. Do seleto grupo fazem parte basicamente diretores, conselheiros e monitores.
    A exemplo de diversas seitas evangélicas, o Pró-Vida também recolhe dízimo. Não existe uma pressão escancarada para doar dinheiro como nos cultos da Igreja Universal, onde pastores aos berros lembram aos fiéis que “Deus quer dar, mas o demônio segura a carteira”. O convencimento é sutil. Quem colocar os pés na escola será contemplado por uma frase de pretenso efeito sugestivo: “O privilégio de ser nas mãos de quem dá”. Essa mensagem, assinada pela Central Geral do Dízimo e seguida pelo número de uma conta bancária está estampada nos crachás recebidos pelos alunos, nas paredes e até na página da Internet. O lucro, em última análise, é o sabor predominante nesse caldeirão que mistura psicanálise com neurolingüística, princípios de física com jargões de auto-ajuda, retórica evangélica com estrutura de maçonaria, parapsicologia com ficção científica
    UMA ESCOLA DE REPETENTES
    “Fiquei dez anos barrada no mesmo curso. Diziam que faltava pouco para passar para a próxima etapa” (Júlia P. Oswald, 56 anos)
    “Entrei para o Pró-Vida em 1981. Fui para inscrever meu filho que tinha 15 anos e se interessava por esses assuntos. Acabei me inscrevendo também e fiz o Básico, o Avançado 1 e a Introdução. Fiquei lá durante 11 anos. Por dez, permaneci barrada no mesmo curso. Passava por avaliações e falavam que ainda não estava preparada para seguir adiante. Diziam ‘faltou só um pouquinho’. E eu me culpava: ‘O que será que ainda não enxerguei?’ Meu filho não continuou. Ele dizia: ‘Mãe, este é um esquema para manipular as pessoas’.
    Em 1987, adquiri um chalé no Clube de Campo Pró-Vida. Algumas pessoas vendiam casa, carro, jóias, tudo para comprar aquele módulo. Só com o tempo fui percebendo que estava dentro de uma empresa. Em 1992, passei a freqüentar uma escola de uma ex-discípula. Eles descobriram e me expulsaram por isso. Pagaram cerca US$ 5 mil para eu devolver o módulo. Mais tarde, soube que ele já estava vendido para outra pessoa por US$ 25 mil.
    No Pró-Vida, os alunos se sentem presos. Não tem gente que vai para umbanda ou para a Igreja Universal do Reino de Deus? Ali, o fanatismo é o mesmo. Os monitores passam a idéia de que, se você se desligar do grupo, você se desliga da ‘força’. Conheci mulheres que deixaram de cuidar dos maridos e dos filhos para viver enfiadas lá dentro. Tive de fazer terapia durante um ano e meio. Foi o que me salvou.”
    O PROCESSO DE UMA DISSIDENTE
    “Não queria mais fazer parte de uma organização que não usa com seus semelhantes os princípios que prega” (Elza Aparecida de Castro, 58 anos)
    Madrugada de 10 de outubro de 1992. Elza Aparecida de Castro, hoje com 58 anos, dormia em seu chalé do Clube de Campo Pró-Vida em Araçoiaba da Serra, interior de São Paulo, onde morava desde novembro de 1998. Acordada por volta das 2h30 com vigorosas batidas na porta, levantou-se assustada. Deparou com três membros do Pró-Vida – uma conselheira, uma secretária e um segurança. A comitiva queria argüi-la sobre seu contato com uma dissidente do grupo, que montou outra escola em moldes semelhantes. O irmão de Elza, também integrante do Pró-Vida, era o autor da denúncia. Naquela época, Elza já havia descoberto que “o mundo melhor não era ali”.
    Desde que se matriculou no Básico, em janeiro de 1982, Elza envolveu-se totalmente com a organização. Afastou-se de amigos que não pertenciam ao Pró-Vida. Depositou mensalmente 10% de tudo que ganhava, como guia de turismo, na conta da Central do Dízimo. Em 1985, adquiriu o título de ‘sócio patrimonial’ do Clube de Campo. Estava realizando o sonho de morar mais perto dos “irmãos” do grupo. O custo final do chalé, concluído em 1987, foi CZ$ 220 mil, “o equivalente a um Monza zero-km”. Ela recebeu as chaves em uma cerimônia na qual outros 53 “quase”proprietários também tomaram posse de seus respectivos chalés. “Quase” porque quando recebiam as chaves assinavam um “documento comum de doação”, com o qual ganhavam apenas o direito de uso. Quem saísse do Pró-Vida deveria devolver o chalé. Em novembro do mesmo ano, Elza foi morar em seu pedacinho de paraíso, já que um filho estava casado e o outro pensava em casar logo.
    Naquela madrugada de 1992, quando foi subitamente acordada, seu paraíso ruiu. Elza disse à representante do Pró-Vida que não queria mais fazer parte “de uma organização que não usa com seus semelhantes os princípios que prega”. Ela conta, por exemplo, que precisou descarregar a sua mudança sozinha porque não deixaram o filho entrar no clube. O motivo: ela não podia receber ajuda de quem não fosse sócio. Elza devolveu o crachá, mas recusou-se a assinar um documento de devolução da casa. Procurou um advogado e desde então vem brigando na Justiça para receber, em valores atuais, o correspondente ao chalé e à quantia gasta com a aquisição do título, em trono de US$ 50 mil, segundo o recurso da apelação. Seu advogado alega no processo que o “documento comum de doação”não tem valor legal porque não foi lavrado em cartório. Mesmo de posse de uma medida liminar garantindo o direito de ir e vir a seu chalé. Elza foi impedida de entrar no clube em setembro do ano passado.
    Se ganhar na Justiça, Elza estará provando que o clube, criado em 1979 como associação sem fins lucrativos, transformou-se em uma galinha dos ovos de ouro. Com suas atuais 622 unidades, ele funciona como uma fonte de rendimentos em progressão geométrica, conforme as denúncias: a diretoria se dá poderes para realizar expulsões aleatórias e revender os chalés por um preço até três vezes superior.

  28. ELES SÓ TEM BAFO DE BOCA QUE NÃO COZINHA OVO, PICARETAGEM É O QUE ELES FAZEM, CONTROLE MENTAL, QUEREM TRANSFORMAR PESSOAS EM ROBÔS…
  29. Tenho lido uma série de comentário sobre a instituição Pró-Vida, seus cursos, as aulas, os assuntos, mas na maioria deles, por pessoas ou que ouviram ou que tiveram algum contato, ou por namorada ou por “chefe”, enfim, algum participante?

    Então decidi escrever algo.

    Estou tentando compreender o que me fez ficar na Pró-Vida durante 30 anos. Se foram as amizades, se foram as atividades, se foram as promessas e previsões de fim do mundo – e de um mundo melhor depois de tudo acontecer em 2001, depois foi para 2005, depois 2012 e agora, como tudo deu errado, fala-se me mudanças energéticas. Na minha visão e até hoje, NENHUMA foi cumprida e o pior, Diretores e Alunos de Cursos avançados, dando exemplo, inúmeras vezes repudiado em aulas, nos cursos.

    Novamente, hoje me pergunto porque demorei tanto para acordar???

    Sinto que joguei fora 30 anos da minha vida. Minha família, sente o mesmo, mas ainda, em alguns, o sentimento de MEDO é preponderante e não se manifestam.

    Então, Pró-Vida só serve para quem é preparado?

    Hoje, eu penso e vejo que não e, na minha visão, a grande maioria dos alunos, são fanáticos e, completamente cegos.

    Aqui, quero fazer uma proposta?

    Existe ou existiu alguém que tenha passado na face da terra que seja maior que Jesus Cristo?

    Para os alunos avançados, dos cursos 2, 2/, 3, 3/ e 4, acreditam, acreditem, que o Dr. Celso é o Grande Mestre.

    Quanto tempo passou para que eu acordasse……hoje, me pergunto constantemente isso !!!

    É um lugar bom? Pode ser, sem dúvidas.

    Se você comparar com o que tem hoje por ai, ainda a Pró-Vida, pode oferecer muito de bom, conhecimento, PAZ.

    Porém, os alunos de cursos avançados…………que nojo deles.

    Sem querer gerar críticas, mas, tem muita coisa que precisaria mudar ou voltar como nos primeiros anos.

    Hoje, vejo que esse povo todo, virou manada de alguns “seres evoluídos”……tá bom!!!

    É isso.

    Obrigado.

    • Marcos, se não leu ainda, leia os antigos comentários de José. Até logo, força!
      • José, li todos os seu comentários anteriores, muito sensato, só uma pergunta não quer calar, qual é a “PALAVRA PERDIDA” , disse que ia colocar e não colocou!

        Abraço.

  30. Marcos, exprimiu todos os sentimentos do que penso. Eu vivi no meio dos providianos por mais ou menos três anos. Fiz alguns cursos principiantes, para saber do que falava, já que me amigos excluiam das conversas informais e bate papos deles. Tipo assim, me colocavam como coitada, ainda não sabe sobre as verdades. Isso é péssimo neles, pois fazem diferenças, se achando os superiores, pois se acham conhecedores da grande VERDADE. Aliás, o que mais me tocou em seus comentários é quando diz que: “… acreditam, acreditem, que o Dr. Celso é o Grande Mestre” Eu pessoalmente estou convencida que pensam exatamente isto. Por favor né!!!!!! ABSURDO, mas é o que os fanatizados (como fica quem se enfronha nos cursos), pensam isto. Então, longe de criticar, este blog tem apenas a pretensão de alertar para que as pessoas que se disponham a conhecer, como eu mesma um dia fiz, fiquem atentos para não se deixar levar pelo turbilhão de conversas cujo propósito pode estar oculto!!!!
    • querida Vanessa…sou aluno da Pró-Vida e também compactuo da mesma visão que vc…há muita gente boa na Pró-Vida…e eu mesmo sou a favor de uma reformulação total…
      ao mesmo tempo, eu também fui bastante excluido (ainda sou, não sei pq, já que fiz o Básico, Avançado 1 e Introdução…kkkkkkkkkkk). infelizmente, o tal do crachá é fator determinante pra vc ser aceito em determinadas rodas de conversa na Pró-Vida…
      só não saio ainda pq acredito q as pessoas podem mudar…sei que não vou conseguir mudar uma comunidade inteira sozinho, mas tenho fé na Força Divina…
  31. Boa noite Providianos e Béticos em geral!
    Não infartei mas ressucitei! (com pose de faraó na câmara da grande pirâmide)
    Gente, para quem chegou agora recomendo a leitura dos “Older Comments”.
    No mais queria perguntr uma coisinha: CADÊ OS QUE ESTÃO CONTIGO, CELSINHO, CADÊ MEU INFARTO NA MADRUGADA, COMO VOCÊ AMEAÇOU? VOU TER QUE ESPERAR ATÉ MORRER PELO JEITO.
    Até logo, feliz 2013 para os béticos e para os que vivem “lá fora”, na “macroesfera”.
    Pros viúvinhos da PV, beijokas no coração S2, S2.
  32. Guardião,
    Guard-
    Todo texto seu tem um ar de discurso escrito com frases de efeito, ao ler temos a impressão de quê você está declamando, como um político lendo um discurso para seus seguidores, cheio de ênfases, com aquela pompa toda!.
    Você é assim na vida real?
    Não consegue ser normal não?
    Foi lavagem cerebral?
  33. Taiguana, sinta como vc já está comprometido. É isso q sinto na PV as pessoas se enfronham a tal ponto q qdo pensam em se desvincular sentem medo. Mas, bobage, veja os comentários do JOSÉ, ele é prova viva q nao dá nada, pode sair qdo quiser. Qto a ficar fora das conversas dos supostamente mais “adiantados”, é isso, se sentem superiores a nós, acham q sabem muuuito mas nao explicam nada. Veja q egoismo, já q a PV nao proibe contar os cursos, apenas ressalva q ai “perde a graca”, conversa mole pra boi dormir claro. O q eles querem é manter o chamariz, a curiosidade. Eu, gracas a Deus me libertei, pois, se vc fica no meio, acaba condicionado e tem dificuldades em se libertar.
    JOSÉ, cade a palavra perdida, vc prometeu a revelacao, ou vc tem medo q perca a graca rsrsrs …
    • só corrigindo vc…me chamo Taiguara…acho q vc trocou o r pelo n…mas tá perdoada…kkkkkkkkkkkk
      concordo com suas observações acerca do q vc viu em mim…é bem por aí…
  34. Verdade José, cade a palavra perdida???? Eu quero perder a graça!!!!!!
  35. Sou membro da PV e por muitas vezes me questionei sobre a proposta filosófica apresentada. Mas me propus a continuar e na minha opinião está tudo ótimo pois senti uma melhora significante no meu modo de ser. Os ensinamentos não foram criados pelo Dr. Celso, foram apenas ordenados e apresentados de uma forma que cada um possa avaliar e usá-los pra sua vida. Existe sim pessoas obcecadas e até aproveitadores. Mas existe como em qualquer outra escola filosófica, doutrinas ou religiões. Não estou na PV pelos outros, estou por mim. Cada pessoa é única. Um membro da PV criticar as pessoas e comportamentos de outros membros fica claro pra mim que ele não entendeu nada do que é passado na PV. Concentre-se em você. Cada um é único e tem o livre arbitrio para agir conforme a sua consciência. Abracoe
  36. Nunca li tanta merda em um lugar so!! O cara que escreveu isso é um bicho de 7 cabeças … Me façam o favor… Procurem saber oque é a pro-vida e depois venha falar alguma coisa … Quanta futilidade
  37. Qualquer religião independente do seu Messias ou do seu Deus é simplesmente uma forma de fanatizar, doutrinar e escravizar pessoas, isso ocorre desde sempre. Estamos cercados por humanos que não vem nada em nós a não ser uma caminho para enriquecer e ter mais poder. Valorize sempre o os que te valorizam, faça o bem por ser o bem, tenha bom senso e preserve a si, sua família e demais pessoas queridas.
    Sempre questione tudo e todos, sua família, seus amigos, professores ou qualquer outra pessoa. Não aceite imposições, busque sempre a verdade independente do que seja.
  38. Rui, só uma correção sobre o custo dos cursos, é que você só pagará 1 única vez por cada curso (são vários que seguem uma sequencia – Básico, Avançado 1, Introdução, Avançado 2 até o 7), se você não for aprovado nas avaliações você NÃO paga novamente. Aliás você nunca mais pagará pelo curso que você já pagou e fez, todas as repetições que você quiser ou precisar serão gratuitas. Assim como são gratuitos os treinamentos oferecidos semanalmente.
    Hoje o valor é R$510,00 cada curso, que normalmente dura 1 semana (depende do curso) bem mais barato que muito curso por aí de apenas 1 dia e que você certamente não repetirá sem custo…
    Se um dia você se der a oportunidade certamente será recebido com muita alegria pelos amigos da “sede” que escolher para assistir as aulas.
    Quando for, vá pelo CONHECIMENTO era isso que o Dr. Celso (fundador) dizia, não se prenda as pessoas que frequentam, são seres humano falíveis, embora muiiiiitas dêem bons exemplos.
    abraço
  39. Vc só paga o curso uma única vez! E pode fazê-lo quantas vezes quiser! Pra sempre!
  40. Vou revelar para quem é do 2 ou 2/ o que é “a passagem” para o 3.

    Vc vai andar sobre brasas num sítio. Literalmente a passagem é a passagem descalço sobre as brasas. Coisa de charlatões motivacionais de PNL e de pastores evangélicos de alguns segmentos.

    • JC vc deve estar de brincadeira, ou mesmo exagerando. Como assim pisar em brasas literalmente???? Se eu afirmar isso para um aluno do 2 2/ ou 3 vão rir da minha cara, me acharem mais por fora do que já acham. Explica melhor…
  41. Its like you read my mind! You appear to know a lot about this,
    like you wrote the book in it or something. I think that you could do
    with some pics to drive the message home a bit, but instead of that, this is wonderful blog.

    An excellent read. I’ll certainly be back.

  42. A palavra perdida é o próprio tetragrama… o segredo está na pronuncia da mesma, uma espécie de mantra. Mas a “palavra” em si não é teórica, é prática. É a manifestação (No inicio era o Verbo….etc…; … E o Verbo se fez carne…etc…)
    • Diogo, qual a ligação do tetra grama com a palavra perdida? Qual o significado daquelas letras do tetragrama?
      • Cara Vanessa,

        Quando na religião católica ouvimos o sacerdote falar em “Palavra de Deus” não é uma palavra, a biblia é geralmente referenciada como a Palavra de Deus, um conjunto de preceitos, mandamentos, ensinamentos compilados num unico livro (um ponto com uma carga de conhecimento muito grande para algumas pessoas).

        O mesmo acontece com qualquer simbolo, e nesse caso o tetragrama. Como aqui neste blog foi referenciado anteriormente, cada um dos 4 simbolos do tetragrama tem o seu significado (Verdade – Justiça – Liberdade – Paz) mas essa é apenas uma das camadas mais externas do que representa o tetragrama. Imagine o entendimento dessa realidade como a aprendizagem de determinada matéria escolar. Para chegar ao grau de doutorado em matemática (mesmo que sem diploma, me refiro a um expert dos experts em matemática) precisa passar por todas as fases anteriores de entendimento básico (mesmo que não seja ensino escolar) de como funcionam os numeros , as diferentes operações possivéis, equações, funções, trigonometria, limites, séries… etc etc. Não é fácil começar por Álgebra sem explicar equações e por diante. Por isso normalmente é dito na Pró-Vida que este ou aquele ainda não estão prontos para esse conhecimento (ainda que muitas vezes, 99,9% dos casos, isso seja dito por pessoas com um profundo complexo de inferioridade e se agarram ao que sabem para “pisar” o outro).

        E como anteriormente referi… a Palavra é algo que você fala mas cujo conteudo é muito mais vasto do que o espaço que as letras ocupam. Por exemplo a palavra PAZ… tão pequena mas cuja pronuncia nos transmite uma sensação tão positiva e cuja aplicabilidade resolveria todos os conflitos internos (do homem) e externos (mundiais).

        Por favor, atenção que isto representa a minha opinião pessoal e entendimento que fui capaz de ter sobre este conhecimento, claro que corroborado por uma forte influência de vários anos na Pró-Vida. Mas ainda assim, a minha opinião, o meu entendimento e finalmente a minha interpretação.

        Ao nao ser um expert dos experts… sinto muito acabei por baralhar mais as suas ideias sobre este tema :)

  43. A muito que quero conhecer, sou de Bauru SP.
  44. Fui aluno lá por 02 anos. Logo no curso básico a Pró Vida se intitula a célula de um mundo melhor e assim você conclui que lá dentro as coisas são diferentes deste mundo que conhecemos aqui fora certo? ERRADO, é bem comum na Próvida você encontrar com uma pessoa no estacionamento e ela nem olhar na sua cara e depois lá dentro ela veste uma máscara e finge ser gentil, otimista e evoluída, vi muito disso lá. Eu, minha esposa e filhos, começamos a fazer amizades, participar de organizações e ganhar um certo espaço e logo muita gente começou a se incomodar. Aí eu parei e pensei: Isso é que é um mundo melhor?? As vésperas de um jantar eu disse que era músico e que gostaria de participar tocando uma ou duas canções, fui preterido e nem satisfação recebi daquelas pessoas evoluídas. E o que mais me incomodava é a adoração que eles praticam em cima da pessoa do Dr. Celso Charurri fundador da instituição. Interessante que um membro da Preceptoria (nível acima de nós mortais) Disse que o Dr. Celso era a reencarnação de Jesus Cristo. Quando comecei a ver que tem cheiro de coisa errada no ar, caí fora e nunca mais voltei… E nem quero voltar !!!!

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