"A gratidão é fruto de grande cultura, não se encontra entre gente vulgar." (Samuel Johnson)
 
 

Segredos e Artimanhas para Sair das Dívidas (o guia prático)

 
Este é um guia baseado nos livros que eu li sobre educação financeira, nos sites especializados e na minha própria experiência pessoal. Não tenho a pretensão de me tornar um guru de auto-ajuda, nem muito menos economista. Tenho, entretanto, a modéstia e o desejo de lhes apresentar uma compilação de tudo que tem funcionando ou não para mim, no que diz respeito a dívidas financeiras. E talvez, quem sabe, lhe ajudar a sair do buraco. Quaisquer semelhanças com fatos da minha ou da sua vida real, não serão meras coincidências!

A Ilusão

Você lembra quando recebeu seu primeiro cartão de crédito?

O momento mágico que foi, sentindo como se o dinheiro fosse livre e ilimitado. Você poderia comprar tudo que sempre sonhou, utilizando para isso apenas aquele pedacinho de plástico colorido que cabia na sua carteira. E esse foi só o primeiro, depois vieram mais. Cada um com um limite maior que o outro, que beleza. Cartões de banco, de lojas, de supermercados, de sites e de tantos outros lugares. Você se orgulhava disso. Era como se fosse uma coleção, mas com um diferencial, serviam para comprar os sonhos.

Para muitos, esse dia serviu para marcar o início de uma vida inteira em débito.

A facilidade do crédito, estimulava o consumo e consequentemente o descontrole.

Quanto mais alto o limite, mais fácil gastar além do que se ganha.

E para a pessoa que não é disciplinada ou nunca foi habituada a esse tipo de controle, torna-se uma tremenda armadilha.

Logo o sonho se torna pesadelo. Noites mal dormidas e stress pensando em como pagar a dívida crescente. Não da mais para pagar a fatura inteira, só o mínimo. Primeiro de um, depois de outro, e logo o dinheiro se torna insuficiente até para o mínimo dos cartões. E os juros “comendo soltos”. Só aumentando ainda mais o débito.

No começo, você tenta resolver o problema de algum jeito, busca alternativas e nisso acaba fazendo empréstimos para pagar as dívidas. Entretanto, continua consumindo e realizando novas operações de crédito. Sem contar os imprevistos!

Eis que acontece a catástrofe. O crédito acaba e as dívidas se tornaram impagáveis.

Você se lembra? Eu me lembro!

A Transformação

Lembre-se, a única pessoa que pode cuidar do seu dinheiro é você mesmo.

Não interessa o quanto você deve, nem o tempo que levará para se reerguer das cinzas. O fato é que uma transformação se torna essencial.

É questão de sobrevivência. Sua vida e de sua família dependem disso.

Se você pegar qualquer livro sobre finanças pessoais e educação financeira, vai ver que os autores lhe aconselham fortemente a definir metas e objetivos em sua vida. Desta maneira, você poderia alcançar o sucesso e manter o controle sobre suas finanças.

Eu concordo plenamente. Entretanto, para quem está atolado em dívidas, o único objetivo considerável é justamente se livrar delas.

Não adianta pensar em comprar carro, casa, aposentadoria, poupança para os filhos ou qualquer outro investimento.

Seu único objetivo nessa situação passar a ser pagar todas as suas dívidas em até 5 anos.

Pode parecer muito tempo, mas o que você prefere: estar livre dos débitos em 5 anos ou viver o resto da vida em dificuldades, sem perspectivas futuras e ainda tendo que driblar os credores todos os dias?

A resposta me parece óbvia.

E se você aprender a ser uma pessoa disciplinada, quem sabe consegue se livrar das dívidas bem antes? Eu arriscaria afirmar que você estaria livre em 3 anos! Claro, sem considerar imprevistos de grandes proporções a que estamos sujeitos todos os dias.

Você precisa “ver a luz” e sofrer uma transformação!

O Começo

Não se iluda, você não vai quitar suas dívidas da noite para o dia.

Ganhar na loteria tem uma probabilidade bem próxima de ZERO, portanto saiba que atingir o seu objetivo leva tempo e você terá que ser paciente e perseverante.

Ao longo do caminho você terá que manter em sua mente duas premissas básicas:

  • Parar de fazer novas dívidas
  • Manter um fundo de emergência

Isso é o mínimo para você poder começar a atacar as suas dívidas.

O que vou lhe contar agora, já funcionou para mim e também vai funcionar para a maioria das pessoas.

Parar de fazer novas dívidas

Você vai dizer: “óbvio, isso não é segredo nenhum”.

Concordo, mas se as suas dívidas estão fora de controle é porque continuam aumentando e sofrendo adições.

O que eu vou lhe dizer é duro, mas é a verdade e a solução: PARE DE USAR CRÉDITO.

Não financie mais nada. Não use mais cartões de crédito. Não invente desculpas, destrua-os.

Tire da sua cabeça esse pensamento de que você não vive sem eles. Uma vez atolado em dívidas, crédito é uma armadilha que só te levará mais para o fundo do poço.

Eu já vivi muito tempo sem cartão de crédito e sem cheques. Não foi difícil. Passei bem, obrigado!

Manter um fundo de emergência

Esta premissa certamente gera controvérsias.

Muitos preferem partir direto para o ataque às dívidas, sem esse fundo. Mas acredite, os especialistas são unânimes em afirmar que fazer isso é um ERRO.

Você pode perguntar: “Pô, mas se eu estou na pendura, como vou guardar dinheiro para emergências?”.

A resposta é simples. Não estou falando de grandes quantias. Um devedor nem poderia pensar nisso. Entretanto, imagine a situação onde você está empenhado em pagar suas dívidas, quitar uma a uma de maneira organizada e de repente, um imprevisto, uma emergência. Algo como uma geladeira que queima, um carro que quebra, um cano que vaza, etc. Você precisa resolver problemas desse tipo com certa rapidez.

De onde vai tirar o dinheiro para isso? Vai fazer empréstimo? Financiar o pagamento? E nem pense em um cartão de crédito para emergências. Destrua seu cartão, guarde dinheiro.

Portanto, antes de partir para o ataque, junte uma quantia para emergências. Pode ser algo em torno de R$1500,00. Se quiser ser mais ousado, mantenha um pouco menos, talvez R$1000,00.

Esse fundo deve ter liquidez, ou seja, tem que ser fácil de ser resgatado. Mas evite acesso imediato, como por exemplo com um cartão de débito.

Não tente se enganar e sabotar seus esforços.

O Ataque

Depois de parar de usar cartões de crédito e criar seu fundo de emergência, você estará pronto para iniciar o ataque às dívidas. É necessário coragem, vigor, empenho e criatividade.

Você poderá perder algumas batalhas, mas NÃO PERDERÁ a guerra. A luta não é fácil, mas faça da melhor maneira que conseguir.

As estratégias para o ataque são:

1. Manter-se informado: Este é o primeiro conselho ao partir para o ataque.

Leia tudo que for possível sobre finanças pessoais e dinheiro. Você não precisa comprar livros, as bibliotecas estão aí para isso. A Internet também é um vasto campo de pesquisa e informação. Isto vai lhe ajudar a definir estratégias e a mantê-lo motivado.

2. Acompanhar seus gastos: Os especialistas sugerem que você mantenha um controle meticuloso dos seus gastos e rendimentos.

Sem dúvida, esse é um ponto importante. Mas no momento de crise, não adianta querer montar controles refinados e orçamentos detalhados. Deixe isso para o futuro.

O que você precisa quando a coisa “está preta” é de um planejamento sim, mas simplificado. Comece anotando tudo que você gasta (até os centavos) e classifique em grandes grupos. Assim você terá uma melhor noção sobre o segmento da sua vida que lhe tira mais dinheiro e que provavelmente é forte candidato a cortes e reajustes.

Faça um planejamento de gastos e estabeleça alguns limites, por exemplo: “durante o mês só posso gastar 100,00 em restaurantes”.

Sem cartões de crédito, cheques ou coisa parecida, você vai ver que é muito mais fácil controlar seus gastos.

3. Cortar tudo que não é essencial: Esta pode ser a parte mais difícil de todo o processo.

Nos dias de hoje, quem tem um rendimento capaz de cobrir com folga todas as despesas da família? Certamente a minoria. E ainda pior para quem tem filhos.

Sendo assim, elimine tudo que você e sua família não precisam, exemplos:
TV a cabo, jantares em restaurantes, cinemas (só de vez em quando), bebidas alcoólicas, cigarros (se não parou de fumar ainda, é uma boa oportunidade), roupas novas (só em caso de necessidade), presentes, etc.

É claro que você não irá conseguir fazer tudo de uma vez só. Vá aos poucos cortando o que é dispensável. Pequenas economias farão uma grande diferença no final do mês.

Considere viver de forma frugal (existem vários sites e livros que poderão lhe dar dicas). Aprenda a curtir as boas coisas da vida que não custam dinheiro. Recupere alguns valores esquecidos como: estar junto da família, brincar com os filhos, curtir a natureza, visitar parques e museus, executar pequenas tarefas sem precisar contratar ninguém para isso, lavar o próprio carro, ler um bom livro, etc.

4. Pagar as dívidas: Sim, você as fez, vai ter que arcar com elas.

A maioria dos gurus financeiros nos aconselha a começar pelas dívidas que possuem a maior taxa de juros.

Faz sentido, é uma questão matemática.

Eu já fiz isso no passado e sinceramente, não funcionou para mim. Demora demais, você não consegue ver os resultados e acaba continuando com as dívidas.

Existe um aspecto emocional nessa história toda, não é só uma questão de fazer contas. Se fosse só matemática, seria fácil ser rico. O autor Dave Ramsey considera isso em seu livro: “The Total Money Makeover”.

Ele sugere outra forma de começar a pagar suas dívidas. Ramsey aconselha que as dívidas sejam pagas com base no saldo devedor, seguindo da menor para a maior e sem considerar as taxas de juros. À medida que você paga as dívidas menores, você vai eliminando pequenos credores e se sente muito mais motivado pois consegue visualizar resultados imediatos.

Este é o método que provavelmente lhe trará maior satisfação e melhores resultados.

Elabore uma lista de dívidas em ordem crescente de saldo devedor. A cada mês, destine em seu planejamento uma quantia para pagar dívidas. Faça o possível para pagar a dívida de menor saldo devedor. Lembre-se, dívida deve ser a primeira conta a ser paga no mês.

No mês seguinte, passe para a próxima da lista e assim por diante. Se não der para pagar uma dívida por completo, guarde o dinheiro e acumule para uma nova tentativa no mês seguinte. Faça isso até conseguir juntar todo o valor e eliminar mais uma.

E quanto às demais dívidas?

Pague o mínimo ou simplesmente não pague (deixe para depois). O processo deverá se repetir até a sua última dívida e a conquista da liberdade!

Outro fator que deve ser considerado na escolha da dívida a ser paga, é a quantidade de dor de cabeça que cada uma lhe dá.

Se você tem uma dívida que lhe causa muitos problemas, tente eliminá-la o quanto antes, exemplo: dívida com um familiar que vive lhe cobrando ou que também está passando por dificuldades.

Importante: A cada mês, tente negociar com o credor o menor valor possível para pagamento. Com certeza ele vai ter interesse em facilitar a quitação do débito.

5. Eliminar as tentações: Se existe alguma coisa que lhe é irresistível, evite contato.

Eu, por exemplo, adoro cinema. Se eu vou a uma locadora, não saio de lá sem pelo menos dois ou três filmes para assistir. Como posso controlar isso?

Simplesmente evitando ir às locadoras de vídeo.

Algumas pessoas não conseguem resistir a eletrônicos, doces, revistas, sapatos, roupas, etc. Se você tem alguma tentação que pode se tornar incontrolável e que faça você gastar, EVITE.

É cruel, mas necessário pois pode comprometer o seu planejamento. Lembre-se de seus objetivos.

6. Pagar as contas à vista: Um presente para a sua vida.

Uma das coisas que normalmente dificultam o controle do orçamento, é a variedade de formas de pagamento.

Os comerciantes nos iludem com mil facilidades na hora de comprar um produto ou contratar um serviço. As ações de marketing são severas e cruéis.

Fica difícil fazer um planejamento quando você tem contas no cartão de crédito, cheques pré-datados, carnês de financiamentos, débitos automáticos, etc.

ELIMINE tudo isso da sua vida.

Pague suas contas apenas de duas maneiras: dinheiro ou débito automático.

No caso do débito automático, agende todas as contas para o mesmo dia. Cancele também aquelas contas recursivas como: assinaturas de revistas, renovação de cartões, etc.

7. Aceitar seus erros: Não é o fim do mundo.

Ao longo de nossas vidas nós cometemos erros e acertos. É claro que sempre tentamos acertar mais, mas nem sempre isso é possível. Afinal, ninguém é perfeito.

Encare seus erros como acontecimentos naturais da vida e como fontes de aprendizado. Ao tentar resolver sua vida financeira, deslizes irão acontecer, mas não se deixe abater por isso. Se um dia não foi bom, esqueça. Não perca a coragem e programe-se para o próximo.

Nunca se desespere nem fique se culpando. Mantenha o foco nos seus objetivos.

8. Aumentar sua renda: Dinheiro extra não é necessariamente para comprar mais.

Quando uma pessoa recebe um aumento de salário, ou um dinheiro extra proveniente de rendimentos, herança, comissões, venda de um bem ou qualquer outra coisa, é muito comum essa pessoa usar esse dinheiro para novos gastos. É a típica inflação no estilo de vida. Quanto mais ganha, mais gasta.

“Fuja disso como o diabo foge da cruz!”

Pequenos movimentos em sua vida podem aumentar seus gastos, mas reduzí-los é muito mais difícil.

É como na alimentação, é muito fácil engordar e ganhar peso, mas perder…, dá trabalho!!!

Mude o pensamento. Ganhar mais significa você ter uma verba maior para guardar e aplicar. Ok, às vezes você pode fazer uma extravagância, mas se você tem dívidas para pagar, então precisa de renda extra justamente para quitar essas pendências.

Você deve perseguir renda extra.

Se possível, cadastre-se no MercadoLivre (é grátis) e venda coisas usadas. Ou então faça isso na garagem da sua casa mesmo.

Considere um trabalho extra. Escreva um blog e faça parceria com programas de afiliados e anunciantes. Você vai ganhar mais dinheiro, acredite.

A Vitória

O segredo do sucesso na redução das dívidas é o controle emocional e a fé no seu planejamento.

Não hesite em ajustá-lo à medida que você for progredindo.

Depois de anos com dívidas, o sentimento que irá lhe envolver quando estiver livre chegará a ser eufórico. Você será uma nova pessoa. Precisa ser!

Até chegar esse dia, celebre cada conquista.

A cada dívida quitada, permita-se premiar o seu esforço e o seu sucesso. Vá almoçar ou jantar fora. Ou então assista a uma peça de teatro ou vá ao cinema. Quem sabe reunir os amigos ou a família para comer pizza e comemorar? Use a sua criatividade. Não importa como, o importante é não deixar passar em branco essa vitória.

O mais importante é começar hoje mesmo a resolver a sua vida.

Não deixe para semana que vem ou amanhã. Comece a estudar e relacionar os seus débitos hoje mesmo.

Seja paciente, principalmente no começo. Depois a coisa vai fluir naturalmente. Não deixe NINGUÉM lhe desencorajar.

Seus esforços podem parecer pequenos e insignificantes. Mas acredite, a maioria de nós começa a quitar as dívidas dessa maneira.

Confie! Seus esforços não serão em vão.

Você estará livre de seus débitos muito antes do que pode imaginar.

O Futuro

Uma vez livre das dívidas, você precisará mudar o seu foco.

Guardar o que aprendeu no passado e pensar no futuro. Mas isso é uma outra história que eu vou deixar para um novo artigo.

*****

Você pode enriquecer muito mais este guia.
Fique à vontade para comentar e incluir as suas dicas.
Conte-nos os seus resultados, o que funcionou e o que não funcionou para você.

Eu e muita gente queremos saber como você saiu das dívidas!

*****

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Discussão

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Comentários

1.
Em 14/08/2008 às 12:33 pm, WilliamNo Gravatar
disse:
Prezado senhor,
como faço para quitar as dividas bancaria(cheque especial e emprestimo bancario). Fiz uma proposta de liquidação da divida e o banco não aceitou. Ou seja, teria que quitar a divida em 3 anos e cobravam juros de +-6% a.m.
Poderia simplesmente não pagar estas dividas?
obrigado,
William

2.
Em 15/08/2008 às 8:57 pm, Rui NelsonNo Gravatar
disse:
William,
Lidar com os bancos é normalmente bem difícil. Eles não facilitam nada.
Realmente, o banco só vai aceitar fazer um acordo de redução da dívida quando já tiver acumulado um valor razoável que eles vejam que você não vai mais pagar. Ou a partir do momento que você acione os meios legais para tratar do assunto. Isso requer um advogado. Juros de 6% realmente são altos. Se você “brigar”, certamente consegue taxas menores.
Converse com seu gerente, diga que se não tiver acordo, você não vai ter como pagar.
Eu já soube de casos em que o banco reduziu a dívida quase pela metade, mas nesses casos você tem que estar disposto a perder qualquer tipo de crédito com o banco em questão.
Não se preocupe, quando tudo estiver resolvido, outro banco vai lhe acolher de “braços abertos”. Boa sorte!


3.
Em 10/10/2008 às 10:05 pm, robsonNo Gravatar
disse:
Muito boas suas dicas, enquanto lia parecia que você estava descrevendo minha vida de consumidor. Vou por em prática seus sábios conselhos. Grande abraço.

4.
Em 13/10/2008 às 8:53 pm, Rui NelsonNo Gravatar
disse:
Valeu robson,

Seja disciplinado e boa sorte!!!

Com certeza você vai atingir seus objetivos.


5.
Em 27/10/2008 às 8:15 am, Cassiano da SilvaNo Gravatar
disse:
Achei a redação do seu texto perfeito, dicas que valem ouro.
Espero no próximo você escreva da situação de quando conseguimos renegociar todas as dívidas, e nos dê dicas de como viver nessa nova realidade após a turbulência, eu cheguei aqui e agora estou bem perdido.

Parabéns pela iniciativa, conseguiu um leitor assíduo.


6.
Em 27/10/2008 às 10:17 pm, Rui NelsonNo Gravatar
disse:
Obrigado Cassiano da Silva,

Assim que for possível, vou preparar um artigo seguindo a sua sugestão.

Abraço.


7.
Em 09/11/2008 às 3:11 pm, angelitaNo Gravatar
disse:
otimo, parabens parece que voce estava falando de minha historia, vou seguir todos os passos , muito obrigado.tenho certeza que vou sair dessa ….

8.
Em 10/11/2008 às 1:10 pm, Rui NelsonNo Gravatar
disse:
Olá angelita,

Existem muito mais histórias parecidas com essa do que a gente imagina.

Não desanime nunca e você conseguirá atingir seu objetivo mais rápido do que espera.

Abraço.


9.
Em 19/11/2008 às 3:12 pm, reinaldoNo Gravatar
disse:
muito boa as dicas vou tenta por em pratica


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