No MÃÂnimo, o fim
No próximo sábado, dia 30, o site No MÃÂnimo, pelo menos do jeito que ele é hoje, deixará de existir.
A justificativa? Falta de patrocÃÂnio. É, no Brasil é assim. Ninguém dá valor a projetos com conteúdo de qualidade.
Uma pena, pois sou leitor assÃÂduo de várias colunas desse magazine eletrônico.
Vou sentir falta das crônicas de Tutty Vasques, os comentários polÃÂticos bem humorados de Guilherme Fiuza, a análise NonSense de Luiz Antônio Riff, as dicas de TV e cinema de Ricardo Calil, a memorável coluna Sexo nas Bancas de Santiago P. Fusco, a crônica paulistana de Xico Sá, e tantas outras…
Nos resta esperar por um novo site, uma nova fórmula, enfim, no mÃÂnimo uma alternativa de sobrevivência para um projeto tão legal e que cativou muitos internautas durante anos.
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4 comentários em “No MÃÂnimo, o fim”
Milhares de sites sem conteúdo algum ganham com o adsense. Deviam tentar, pelo menos.
Que triste cara.
O No Minimo é o melhor seite de “colunas” que vejo a tempos.
Sou leitor assÃÂduo de la, as coluna sdo Tutty, Olha Só, Esportes e Jogatina são as minhas preferidas.
Vai fazer falta.
Adsense neles! É tão fácil